terça-feira, 28 de novembro de 2017

Autores Pelo Mundo - Parte 12: SUÍÇA




O autor Joël Dicker nasceu em 1985 em Genebra, na Suíça. Frequentou todos os seus anos escolares em sua cidade natal, porém, aos 19 anos de idade inscreveu-se no Cours Florent em Paris. Completado um ano de estudos em Paris, voltou para Suíça para estudar direito, realizando sua graduação e seu mestrado na Universidade de Genebra.


Dicker sempre gostou de escrever e quando tinha 25 anos ganhou seu primeiro prêmio: Prix dês Escrivains Genevois. O referido prêmio prestigiava manuscritos não publicados e o manuscrito de Dicker chamou a atenção de Bernard de Fallois neste evento. Fallois, um importante editor parisiense, lançou o primeiro romance de Dicker na Feira do Livro de Frankfurt em 2012. O livro foi intitulado como “A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert” e foi traduzido para 32 idiomas, ficando como finalista para outros dois prêmios: o Prêmio Goncourt e o Prêmio Femina. 


Além deste livro, escreveu também “Os Últimos Dias de Nossos Pais” e seu último livro “O Livro dos Baltimore”. Este último aborda temas presentes na vida de todos nós: paixão, inveja, sucesso e como se não bastasse, possui a promessa de ser aquele estilo qual o leitor começa e não consegue parar de ler. Elogiado por sua escrita inteligente, Dicker cativa o leitor a cada palavra.



Você pode conhecer o trabalho deste jovem autor na Ilha!

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Autores Pelo Mundo - Parte 11: INGLATERRA



A autora Jo Baker nasceu em 1973, na cidade de Lancaster, Inglaterra. Em 1991 iniciou seus estudos em Oxford. Quando cursou Literatura Inglesa, Baker afirma em seu blog que foi complicado estimular a criatividade para escrita, pois desde o início da sua graduação leu apenas os “grandes homens”. Não havia perspectiva de espaço e reconhecimento para ela na literatura. 

Mudou-se para Belfast, Irlanda do Norte em 1995 para fazer mestrado em literatura irlandesa e foi nessa cidade que sua criatividade reapareceu, fazendo-a sentir paixão ao escrever. Conheceu muitos escritores por lá e ouvia de todos eles a mesma coisa: escreva. Com o incentivo e a visibilidade que sentia ter, iniciou a criação de suas histórias.

Casou-se em 2002 com o dramaturgo Daragh Carville. Publicou seu primeiro livro em 2002, intitulado “Offcomer”. A escritora enfatiza que todo seu processo de escrita aconteceu em meio ao matrimonio, gravidez e doutorado. Ou seja, tudo é possível quando se cerca de pessoas e coisas que inspiram e estimulam a imaginação. 

Extremamente encantada com os romances de Jane Austen, Baker iniciou uma extensa pesquisa sobre o universo de “Orgulho e Preconceito” e dessa paixão nasceu o livro “As Sombras de Longbourn”. Esta obra explora o cenário e o ponto de vista das empregadas do aclamado romance de Austen. Com uma excelente repercussão, até A The New York Times falou um pouco sobre a história: “excepcional: não uma sequência, mas um olhar comovente sobre o mundo de “Orgulho e Preconceito”, só que do ponto de vista da área de serviço”.

A Ilha das Letras possui em seu acervo este interessante livro. Não deixe de conferir!



terça-feira, 7 de novembro de 2017

Autores Pelo Mundo - Parte 10: CROÁCIA

A escritora Nataša Dragnić nasceu em 1965 na Croácia, na cidade de Split, situada numa pequena península na margem oriental do Mar Adriático. Quando completou seus dezoito anos, deixou Split pela primeira vez para dedicar-se aos estudos de Alemão e Línguas Românicas, na cidade de Zagreb, capital da Croácia.

Em 1994 mudou-se para Erlangen, na Alemanha e até hoje trabalha como professora de línguas, ensinando alemão, francês, inglês e croata. Em 1995 concluiu seu mestrado em Literatura e formou-se nesse mesmo ano em Diplomacia, parte em Zagreb e outra parte em Berlim.  

Começou a escrever quando muito jovem, com apenas seis anos de idade. Porém, seu único romance foi publicado em 2011, intitulado “Cada dia, cada hora”. Neste livro conhecemos a história de Dora e Luka. Ambos cresceram numa cidade costeira da Croácia; melhores amigos de infância tiveram de se separar quando Dora precisou ir para a França com seus pais. Anos mais tarde reencontram-se, já adultos, tendo a chance de reinventar sua história, que a partir disso, é penosa e amorosa. 

Este livro contém uma sensibilidade única, que segundo a própria autora, demonstra um amor digno dos versos de Pablo Neruda. Atualmente já foi vendido para 25 países e você o encontra na Ilha das Letras!

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Trilogia Millenium



O autor Karl Stig-Erland Larsson, mais conhecido apenas como Stieg Larsson nasceu em Skelleftehamn na Suécia, em 1954. Tornou-se um jornalista e viveu praticamente toda a vida em Estocolmo. Em suas horas vagas deu origem a trilogia Millennium, a qual foi publicada depois de sua morte. Larsson tinha grande interesse em pesquisas sobre política, movimentos de extrema-direita e neonazistas. Lutou em prol dos direitos humanos, e por conta disso, recebeu muitas ameaças de morte.

A série Millenium percorre a trajetória de Lisbeth Salander, uma hacker com graves problemas de sociabilidade e com estilo bastante punk. Uma personagem que aparentemente é fraca, mas no decorrer do livro mostra sua força e instinto vingativo. Larsson aborda temas de suma importância e bastante atuais. O principal deles é sobre a violência sexual contra a mulher, onde, de forma bastante crua podemos sentir na pele o drama sofrido pela protagonista que teve de construir sua vida por cima de um histórico conturbado e abusivo.

O primeiro livro da série, intitulado por “Os Homens que Não Amavam as Mulheres” acerca uma investigação de Lisabeth com um repórter, a respeito do mistério de um assassinato não resolvido. O segundo livro: “A Menina que Brincava com Fogo” podemos nos aprofundar mais na peculiar personagem que desta vez, é acusada de alguns assassinatos. E por fim, o terceiro livro chama-se “A Rainha do Castelo de Ar”. Diferente do primeiro livro, que possui começo, meio e fim da trama, os dois últimos estão interligados, de uma forma em que o terceiro livro começa exatamente onde o segundo termina.

Larsson iniciou um quarto livro da série, que o intitulou como “Vingança de Deus”, porém faleceu antes de concluir a obra. Mais do que um simples jornalista, era especializado em grupos políticos bastante perigosos, tanto que, ainda hoje há rumores de que sua morte não foi um simples ataque cardíaco. O célebre autor e jornalista morreu em 2004 aos 50 anos, deixando sua parceira, Eva Gabrielsson, que com a qual nunca se casou oficialmente por medo de colocá-la em meio as ameaças que tanto sofria. É com Eva que está o manuscrito inacabado do quarto volume da série, porém, como não se casaram perante a lei, ela não possui os direitos sobre o livro e consequentemente, não pode o publicar. 

Você encontra a trilogia completa na Ilha das Letras!

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Autores Pelo Mundo - Parte 9: FRANÇA

Marc Levy nasceu em 16 de outubro de 1961, na cidade Boulogne-Billancourt, na França. O adorado autor nos seus 18 anos juntou-se à Cruz Vermelha Francesa onde trabalhou por seis anos. Durante esse período, formou-se em Gestão e Informática praticando alguns projetos na França e nos Estados Unidos. Anos mais tarde, junto com um amigo, entrou no ramo da arquitetura e design de interiores. Atualmente é um empresário de sucesso em ambos os ramos.

Sua carreira literária começou quando tinha 37 anos, com o livro “E se fosse verdade...”. Encorajado por sua irmã, enviou seu livro para uma editora. A primeira editora qual ele enviou este livro, já aceitou publicá-lo. E conseqüentemente isso diz muito sobre sua escrita. A crítica o reconhece como portador de um talento incrível como contador de histórias originais e comoventes. 


Hoje, possui mais de 23 milhões de livros vendidos, publicados em mais de 42 línguas. Os mais aclamados pelos leitores são “E se fosse Verdade...”, “Tudo Aquilo que não foi Dito”, “O Primeiro Dia” e “A Primeira Noite”. Seus romances são presença constante nas listas de best-sellers. Marc Levy tem-se dedicado inteiramente à escrita e dois dos seus romances foram já adaptados com grande sucesso ao cinema.

Você encontra obras de Levy na Ilha! Confira.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

John Lennon



John Winston Lennon nasceu em 1940 em Liverpool, na Inglaterra. Sendo um dos maiores compositores da história e também cantor, guitarrista, escritor e ativista britânico. Fundou em 1960, uma das maiores bandas de todos os tempos: The Beatles. Casou-se com Cynthia Powel, mãe de seu primeiro filho. Porém, durante o casamento conheceu Yoko Ono, com quem manteve uma forte ligação amorosa. Um ano após envolver-se com Yoko, sua esposa pediu-lhe o divórcio.

Após o fim da banda em 1970, John e Yoko embarcaram em novas experiências, novos álbuns e novas formas de militância (principalmente contra a Guerra no Vietnã). E infelizmente, quando voltava para seu apartamento em Dakota, Nova York foi assassinado por um rapaz. Este rapaz era Mark Chapman, um fã dos Beatles que acabou disparando cinco tiros contra Lennon. O crime chocou o mundo e nunca foi esquecido, assim como sua trajetória de vida.

Inspirada na história de John Lennon, a Ilha das Letras possui em seu acervo uma biografia escrita por sua primeira esposa, Cynthia. O livro promete contar um John que pouca gente conheceu, como também,   Abaixo, um trecho da obra:
mostrar que nem sempre o foi tão pacífico com seus familiares. Cynthia Lennon desmistifica o ídolo revelando suas versões de muitos acontecimentos. A biografia foi publicada em dezembro de 2009 pela editora Larousse e se chama “John”.

“Ele foi um homem extraordinário: talentoso, imperfeito, um gênio criativo que cantava de forma emocionante sobre o amor enquanto, por outro lado, frequentemente feria aqueles que mais o amavam.”
 
Além da biografia, contamos em nosso acervo o livro “As Cartas de John Lennon”, uma coletânea de cartas organizadas por Hunter Davies. Neste livro encontram-se quase 300 cartas escritas por Lennon, para seus familiares, amores, aos jornais e até para pessoas estranhas. Nelas, não se fala apenas de assuntos de grande relevância, como também, das trivialidades da vida. Com as cartas o leitor pode aproximar-se mais dos ideais de Lennon, conhecer mais afundo seu pensamento e o melhor: escrito por ele mesmo! O livro foi publicado pela Editora Planeta, em 2012.